sempre fui skinny, magrérrima, e depois engordei... resolvi fazer uma dieta a sério e já lá vão dois anos desde que fiquei outra vez o meu verdadeiro eu... aqui vou partilhar com vocês as minhas dicas... tu consegues!
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Sábado, 19 de Janeiro de 2013
Obesidade

 

O que é?

A obesidade uma enfermidade caracterizada pela acumulação excessiva de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo.

Como se desenvolve ou se adquire?

Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu património genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente socioeconómico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição.

A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pelos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores.

Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingestão alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingestão. O aumento da ingestão pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingestão calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais.

O que se sente?

O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos. Independente da severidade, o paciente apresenta importantes limitações estéticas, acentuadas pelo padrão atual de beleza, que exige um peso corporal até menor do que o aceitável como normal.

Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser:

Doenças

Distúrbios

· Hipertensão arterial

· Distúrbios lipídicos

· Doenças cardiovasculares

· Hipercolesterolemia

· Doenças cérebro-vasculares

· Diminuição de HDL ("colesterol   bom")

· Diabetes Mellitus tipo II

· Aumento da insulina

· Câncer

· Intolerância à glicose

· Osteoartrite

· Distúrbios menstruais/Infertilidade

· Coledocolitíase

· Apnéia do sono

 

Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida.

Como o médico faz o diagnóstico?

A forma mais amplamente recomendada para avaliação do peso corporal em adultos é o IMC (índice de massa corporal), recomendado inclusive pela Organização Mundial da Saúde. Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em kilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (quadrado de sua altura) (ver ítem Avaliação Corporal, nesse site). O valor assim obtido estabelece o diagnóstico da obesidade e caracteriza também os riscos associados conforme apresentado a seguir:

IMC ( kg/m2)

Grau de Risco

Tipo de obesidade

18 a 24,9

Peso saudável

Ausente

25 a 29,9

Moderado

Sobrepeso ( Pré-Obesidade )

30 a 34,9

Alto

Obesidade Grau I

35 a 39,9

Muito Alto

Obesidade Grau II

40 ou mais

Extremo

Obesidade Grau III ("Mórbida")

 

Conforme pode ser observado, o peso normal, no indivíduo adulto, com mais de 20 anos de idade, varia conforme sua altura, o que faz com que possamos também estabelecer os limites inferiores e superiores de peso corporal para as diversas alturas conforme a seguinte tabela:

Altura (cm)

Peso Inferior (kg)

Peso Superior (kg)

145

38

52

150

41

56

155

44

60

160

47

64

165

50

68

170

53

72

175

56

77

180

59

81

185

62

85

190

65

91

 

A obesidade apresenta ainda algumas características que são importantes para a repercussão de seus riscos, dependendo do segmento corporal no qual há predominância da deposição gordurosa, sendo classificada em:

                                                                

 

 

Obesidade Difusa ou Generalizada

 

Obesidade Andróide ou Troncular (ou Centrípeta), na qual o paciente   apresenta uma forma corporal tendendo a maçã. Está associada com maior   deposição de gordura visceral e se relaciona intensamente com alto risco de   doenças metabólicas e cardiovasculares (Síndrome Plurimetabólica)

 

Obesidade Ginecóide, na qual a deposição de gordura predomina ao nível do   quadril, fazendo com que o paciente apresente uma forma corporal semelhante a   uma pêra. Está associada a um risco maior de artrose e varizes.

Essa classificação, por definir alguns riscos, é muito importante e por esse motivo fez com que se criasse um índice denominado Relação Cintura-Quadril, que é obtido pela divisão da circunferência da cintura abdominal pela circunferência do quadril do paciente. De uma forma geral se aceita que existem riscos metabólicos quando a Relação Cintura-Quadril seja maior do que 0,9 no homem e 0,8 na mulher. A simples medida da circunferência abdominal também já é considerado um indicador do risco de complicações da obesidade, sendo definida de acordo com o sexo do paciente:

 

Risco Aumentado

Risco Muito Aumentado

Homem

94 cm

102 cm

Mulher

80 cm

88 cm

 

A gordura corporal pode ser estimada também a partir da medida de pregas cutâneas, principalmente ao nível do cotovelo, ou a partir de equipamentos como a Bioimpedância, a Tomografia Computadorizada, o Ultrassom e a Ressonância Magnética. Essas técnicas são úteis apenas em alguns casos, nos quais se pretende determinar com mais detalhe a constituição corporal.

Na criança e no adolescente, os critérios diagnósticos dependem da comparação do peso do paciente com curvas padronizadas, em que estão expressos os valores normais de peso e altura para a idade exata do paciente.

De acordo com suas causas, a obesidade pode ainda ser classificada conforme a tabela a seguir.

Classificação da Obesidade de Acordo com suas Causas:

 

Obesidade por Distúrbio Nutricional

 

Dietas ricas em gorduras

 

Alimentação em restaurantes
 

   
 

Obesidade por Inatividade Física

 

Sedentarismo

 

Incapacidade obrigatória

 

Idade avançada
 
 

 

Obesidade Secundária a Alterações Endócrinas

 

Síndromas hipotalâmicas

 

Síndroma de Cushing

 

Hipotireoidismo

 

Ovários Policísticos

 

Pseudohipaparatireoidismo

 

Hipogonadismo

 

Déficit de harmónio de crescimento

 

Aumento de insulina e tumores   pancreáticos produtores de insulina
 
 

 

Obesidades Secundárias

 

Sedentarismo

 

Drogas: psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos, lítio,   fenotiazinas, ciproheptadina, medroxiprogesterona

 

Cirurgia hipotalâmica
 
 

 

Obesidades de Causa Genética

 

Autossómica recessiva

 

Ligada ao cromossoma X

 

Cromossômicas (Prader-Willi)

 

Síndroma de Lawrence-Moon-Biedl

 

Cabe salientar ainda que a avaliação médica do paciente obeso deve incluir uma história e um exame clínico detalhados e, de acordo com essa avaliação, o médico irá investigar ou não as diversas causas do distúrbio. Assim, serão necessários exames específicos para cada uma das situações. Se o paciente apresentar "apenas" obesidade, o médico deverá proceder a uma avaliação laboratorial mínima, incluindo hemograma, creatinina, glicemia de jejum, ácido úrico, colesterol total e HDL, triglicerídeos e exame comum de urina.

Na eventual presença de hipertensão arterial ou suspeita de doença cardiovascular associada, poderão ser realizados também exames específicos (Rx de tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico) que serão úteis principalmente pela perspectiva futura de recomendação de exercício para o paciente.

A partir dessa abordagem inicial, poderá ser identificada também uma situação na qual o excesso de peso apresenta importante componente comportamental, podendo ser necessária a avaliação e o tratamento psiquiátrico.

A partir das diversas considerações acima apresentadas, julgamos importante salientar que um paciente obeso, antes de iniciar qualquer medida de tratamento, deve realizar uma consulta médica no sentido de esclarecer todos os detalhes referentes ao seu diagnóstico e as diversas repercussões do seu distúrbio.

Como se trata?

O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.

Reeducação Alimentar

Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso.

Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.

Dentre as diversas formas de orientação dietética, a mais aceita cientificamente é a dieta hipocalórica balanceada, na qual o paciente receberá uma dieta calculada com quantidades calóricas dependentes de sua atividade física, sendo os alimentos distribuídos em 5 a 6 refeições por dia, com aproximadamente 50 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.

Não são recomendadas dietas muito restritas (com menos de 800 calorias, por exemplo), uma vez que essas apresentam riscos metabólicos graves, como alterações metabólicas, acidose e arritmias cardíacas.

Dietas somente com alguns alimentos (dieta do abacaxi, por exemplo) ou somente com líquidos (dieta da água) também não são recomendadas, por apresentarem vários problemas. Dietas com excesso de gordura e proteína também são bastante discutíveis, uma vez que pioram as alterações de gordura do paciente além de aumentarem a deposição de gordura no fígado e outros órgãos.

Exercício

É importante considerar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que resulta em gasto energético e que exercício é uma atividade física planejada e estruturada com o propósito de melhorar ou manter o condicionamento físico.

O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem:

 

a diminuição do apetite,

 

o aumento da ação da insulina,

 

a melhora do perfil de gorduras,

 

a melhora da sensação de bem-estar e auto-estima.

 

O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.

Drogas

A utilização de medicamentos como auxiliares no tratamento do paciente obeso deve ser realizada com cuidado, não sendo em geral o aspecto mais importante das medidas empregadas. Devem ser preferidos também medicamentos de marca comercial conhecida. Cada medicamento específico, dependendo de sua composição farmacológica, apresenta diversos efeitos colaterais, alguns deles bastante graves como arritmias cardíacas, surtos psicóticos e dependência química. Por essa razão devem ser utilizados apenas em situações especiais de acordo com o julgamento criterioso do médico assistente.

No que se refere ao tratamento medicamentoso da obesidade, é importante salientar que o uso de uma série de substâncias não apresenta respaldo científico. Entre elas se incluem os diuréticos, os laxantes, os estimulantes, os sedativos e uma série de outros produtos freqüentemente recomendados como "fórmulas para emagrecimento". Essa estratégia, além de perigosa, não traz benefícios a longo prazo, fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe mais peso do que o seu inicial.

Como se previne?

Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente.

publicado por suzi às 12:37
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012
Dieta do Leite

  

 

 

Hoje vou falar sobre uma dieta que tem conquistado imensos adeptos por esse mundo fora. Trata-se de uma dieta que promete uma perda de 7kg em 8 dias. Vamos falar-lhe da dieta do leite. Esta dieta é barata, rápida, e, segundo os depoimentos, tem resultados estrondosos. Mas será mesmo assim? Podemo-nos fiar nestes depoimentos? Importa perceber o que é e como funciona a dieta do leite.

 

A ideia que preside à dieta do leite é simples: substituir as refeições principais por copos de leite. Não importa se é leite magro, gordo, de soja, ou qualquer outro cuja porção de 200 ml não ultrapasse as 100 calorias. O resultado primário é evidente: aumentam os níveis de lactose e cálcio no sangue. Este simples facto vai fazer, como afirmam certos estudos clínicos, com que as células do organismo trabalhem melhor e armazenem menos gordura. Além disso, esta dieta acaba por reduzir a ingestão de hidratos de carbono da alimentação, causando ao organismo a necessidade de obter a energia para as suas atividades nas proteínas e nas gorduras do seu corpo.

 

Fundamentalmente, o que isto quer dizer é que, uma vez que o corpo está a receber menos energia e, por isso, a armazenar menos gordura, ainda está a ser obrigado a ir buscar às suas reservas de gordura a energia que antigamente recebia em quantidade tal que ainda conseguia constituir reservas sob a forma de gordura. No fundo, trata-se de um efeito bilateral, ou “2 em 1”, se preferir, da dieta do leite.

 

O Leite é considerado um dos alimentos mais completo para o ser humano. Vejamos a sua composição:

 

Cálcio: ajuda a construir e manter ossos fortes. Atua também nas funções nervosas, contração muscular e fluxo sanguíneo;

 

Proteínas:  para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos;

 

Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele;

 

Vitamina B12: essencial para o crescimento e saúde do sistema nervoso;

 

Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

 

Potássio: ajuda no equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações;

 

Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

 

Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos gordos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso;

 

Riboflavina: ajuda a produzir energia nas células do organismo e exerce um papel vital no desenvolvimento do sistema nervoso.

 

Mesmo com todos esses componentes, a Dieta do Leite não deve ser feita durante mais do que uma semana.

 

O corpo humano tem uma necessidade diária de cálcio de cerca de 1200mg, mas a quantidade em mililitros vai depender do tipo de leite que se vai tomar.

 

Cada copo deve ter aproximadamente 70 a 100 calorias, independente dos ml, e pode escolher o leite pelo menor valor de calorias e maior teor de cálcio, seja ele qual for, em pó, magro, meio-gordo, gordo seja de vaca ou de soja.

 

Divida o que está definido ao longo do dia, tentando não ficar mais de 4 horas sem ingerir nada.

 

Agora a ementa para uma semana:

 

1º Dia

6 copos de leite

 

2º Dia

4 copos de leite + 2 frutas

 

3º Dia

2 copos de leite + 2 frutas + queijo à vontade

 

4º Dia

4 copos de leite + 1 fruta + 1 bife

 

5º Dia

2 copos de leite + 2 frutas + 1 ovo + 1 bife

 

6º Dia

2 copos de leite + 1 fruta + 1 ovo + 1 bife + queijo à vontade

 

7º Dia

3 copos de leite + 3 frutas

 

8º Dia

2 copos de leite + 1 fruta + 1 bife + queijo à vontade

 

As frutas mais adequadas a esta dieta são: Abacaxi, Banana, Damasco, Maçã com casca, Laranja, Manga, Mamão, Melancia, Melão, Morangos e Pêra.

 

Dicas importantes:

 

- Água e chás podem ser consumidos à vontade desde que não adicione qualquer açúcar;

 

- É permitido bater as frutas com o leite nos dias indicados com 'Leite + Frutas';

 

- Pode usar adoçante, mas com moderação;

 

- Não existe horários fixos, divida o pouco que tem nos horários que melhor se encaixarem no seu dia, lembrando-se que não deve ficar mais de 4 horas sem ingerir nada;

 

- O leite pode ser o que preferir, desde que seu copo não passe de 100 calorias. Ou seja quanto menos calorias tiver o leite que escolher, mais leite poderá beber.

 

- Trocar o leite pelo iogurte é uma escolha possível, desde que não ultrapasse as calorias, trocar um copo ou outro não vai afetar os resultados.

 

- Pode ser qualquer tipo de queijo, mas de preferência ao queijo branco, por ser menos gordo;

 

- Se possível deverá substituir a carne vermelha, pela carne branca;

 

- Não é aconselhável incluir nenhum tipo de cereal ou massa, mesmo que sejam integrais;

 

- Para os homens aconselha-se o aumento de um copo diário de leite por dia;

 

- Pode adicionar canela ao leite, fica muito bom;

 

- Pode-se acrescentar ao leite, café, chás, sumos light e até gelatinas magras. Exclua todos os achocolatados e outros alimentos ou essências que possuam calorias;

 

- Os alimentos zero calorias, sumos zero açúcar, limonada com adoçante, chás e claro muita água, também podem ser incluídos ao longo do dia, com exceção de refrigerantes;

 

- Saladas de folhas verdes com clara de ovo cozida, temperados com vinagre de maçã ou limão, gengibre e pouco sal também podem ser incluídos à vontade. A qualquer momento e em qualquer dia, mesmo no primeiro.

 

- Corte as frutas e até o queijo em  pedaços pequenos para comer ao longo do dia, isso ajuda a saciar a fome. O queijo picado pode ser colocado junto à salada;

 

- A fruta considera-se 1 fruta=1 unidade, por exemplo 1 maçã, 1 laranja. As grandes pode considerar 1 fruta:  1/4 melão, 1/4  melancia, 1 papaia, 1/4 de abacaxi. As pequenas frutas consideram-se 6 a 7 morangos, 10 bagos de uva = 1 fruta.

publicado por suzi às 11:22
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012
Dieta da Sopa

 

Hoje trago a dieta da sopa, uma dieta muito famosa. Nessa dieta, que tem poucas calorias mas é desequilibrada pelo que só deve ser feita durante uma semana. A sopa é preparada com vários legumes, sendo que a couve lombarda ou coração de boi é o ingrediente principal. A dieta da sopa segue um menú diário, onde o principal alimento é uma sopa especial feita com várias verduras.

 

Primeiro é indicada a receita da sopa:

 

Ingredientes:

6 cebolas grandes

1 kg de tomate sem pele

1 repolho

2 pimentões

2 pacotes de sopa de cebola instantanea

4 cenouras

1 ramo de aipo

1 cabeça de alho

 

Corte todos os vegetais em pedaços, misture aos outros ingredientes adicionando água até cobrir e cozinhe por 1 hora.

 

Menú Diário para 1 semana:

 

primeiro dia

  • Coma apenas frutas, qualquer fruta exceto banana, em qualquer quantidade. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

segundo dia

  • Coma apenas vegetais, qualquer vegetal menos feijão, milho e ervilhas. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

terceiro dia

  • Coma apenas vegetais e frutas, excepto os já mencionados antes, na quantidade que quiser. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

quarto dia

  • Coma até 8 bananas e tome até 8 copos de leite. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

quinto dia

  • Coma até 6 tomates e até 400g de carne e beba bastante água. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

sexto dia

  • Coma carne à vontade (sem exageros) e qualquer vegetal menos batatas. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer;

sétimo dia

  • Coma arroz integral, vegetais, frutas. Complete comendo a sopa, em qualquer quantidade até se satisfazer.

A ter em atenção:

  • Apesar de conter uma grande quantidade de vitaminas, minerais e fibras, esta dieta para emagrecer é pobre em proteínas, gorduras e carboidratos. Desta forma, a dieta da sopa não segue os princípios de uma dieta equilibrada como indicada na Roda dos Alimentos;
  • Por não ser uma dieta equilibrada, ela pode dar origem a carência de nutrientes essenciais e levar a sintomas de sonolência, fraqueza, mal-estar e dor de cabeça. Por isso não deve fazê-la por mais do que os 7 dias recomendados.
publicado por suzi às 09:33
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2012
Dia 3 - Animo!

 

 

Bom, hoje sinto-me super animada porque a balança começa a dar sinais do esforço que tenho feito nestes últimos dias.

 

Acredito que tenho exagerado um pouco mas se dá resultado o melhor é continuar!

 

Aqui fica a ementa de hoje, que não é muito diferente do dia de ontem:

 

Pequeno-Almoço:

250ml leite de soja

1/2 chapata com queijo (1 fatia fina)

 

Meio da manhã:

1 maçã vermelha

1 pequena fatia de brioche

 

Almoço:

100g queijo fresco magro

1 carcaça

1 abacate com canela e um pouco de açúcar

 

Lanche:

1 kiwi

2 tostas

 

Meio da tarde:

1 iogurte natural

 

Jantar:

Sopa de courgette

1 perna de frango cozido

1 tomate

2 alperces

 

Para quem quiser seguir esta dieta, pode fazer as variações que entender, utilizando, para isso, as calculadoras de calorias deste blog. As senhoras não devem consumir mais de 1000 a 1200 calorias diárias, os homens devem ficar-se pelas 1800 a 2000.

 

Não esquecer de ingerir cerca de 2 litros de água por dia. Até ajuda a eliminar a vontade de comer!

 

De qualquer modo se não se sentirem bem vão comendo mais fruta, um pouco de arroz ou massa desde que em pequenas quantidades. Ou então podem utilizar as leguminosas, o feijão, por exemplo. Vou fazer, provavelmente para amanhã, uma receita de feijão preto com tofu. Deixarei aqui a receita.

publicado por suzi às 15:24
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
Reinício - Fazer Dieta

 

 

Já não dá mais para fugir. Os kilos amontoam-se, e não posso deixar-me engordar novamente. Regresso com esforço redobrado e aqui deixo a minha ementa para hoje:

 

Pequeno-almoço:

- 250ml leite de soja

- 1/2 pão com margarina de soja

 

Meio da manhã:

- 1 maçã grande

- 3 bolachas cream cracker pequenas

 

Almoço:

- 1 batido de morango (350ml leite meio gordo + 100g morangos)

- 1 pão pequeno com margarina de soja

- 1 abacate com pouco açúcar e canela

 

Lanche:

- 1 iogurte natural

- 1 fatia pequena de brioche

 

Jantar:

- Sopa de courgette

- Lingua de porco estufada

- 1 tomate

- 1 banana

 

E aqui fica mais um dia. É de salientar que a comida é toda caseira e o mais natural possível.

 

Espero que isto vos dê algum alento para continuar. Eu vou conseguir!

 

publicado por suzi às 13:45
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